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Via Varejo Vão Vender Produtos de Marketplaces

Via Varejo Vão Vender Produtos de Marketplaces – Via Varejo aposta em conceito arrojado de comércio eletrônico e quer controlar parte operacional dos lojistas de marketplaces.

A Via Varejo, dona de Casas Bahia e Ponto Frio, quer ser responsável pela gestão do processo operacional dos lojistas que atuam em marketplaces com o que é conhecido como fullcommerce, conceito que vem ganhando força no Brasil e em que varejistas terceirizam suas atividades comerciais. “A Via Varejo precisou desenvolver diferentes capacidades para gestão própria, e agora as colocamos à disposição dos lojistas parceiros”, afirma Paulo Madureira, Diretor de Marketplace do grupo. O plano é que o fullcommerce esteja em pleno funcionamento nos últimos quatro meses de 2018.

As soluções oferecidas contemplam:

  • gestão de vendas;
  • marketing;
  • atendimento ao cliente;
  • e logística;
  • e podem ser contratados em módulos de acordo com a necessidade de cada lojista. Para Madureira, a opção por um módulo menos ou mais completo vai depender muito da capacidade econômica do varejista e de seu interesse em escalonar o negócio. “A tendência talvez seja de médios e grandes vendedores procurarem mais o serviço, mas estará aberto para qualquer parceiro que queira e tenha ambição de crescer e melhorar a qualidade de atendimento”, diz Madureira.

Algumas mudanças devem impactar tanto lojistas, como consumidores:

  1. Com o fullcommerce¸ as lojas físicas do grupo passam a ofertar também os produtos que estão nos marketplaces;
  2. e as compras são feitas utilizando tablets;
  3. smartphones;
  4. e computadores instalados nos locais. A possibilidade de comprar utilizando estes dispositivos nas lojas já existe, mas até então a oferta de produtos era restrita ao estoque próprio do grupo, e não de todos os vendedores presentes no marketplace. “O cliente passa a ter acesso a um portfólio muito mais extenso, com opções de produtos equivalentes ou substitutos, maior variedade de preço.

O alcance da oferta amplia muito”, afirma o diretor.

Fora isso, a Via Varejo passa a oferecer a opção de parceiros adquirirem espaço nos 26 centros de distribuição da empresa espalhados pelo Brasil, onde poderão armazenar seus produtos. Além de facilitar para os lojistas que têm dificuldade de espaço e gestão de estoque, a entrega do produto comprado na plataforma online e armazenado nestes CDs também passa a ser feita pela Via Varejo, utilizando sua malha logística.

Funciona assim:

I – o cliente que compra na loja física via tablet;

II – de uma loja do marketplace;

III – que contratou os serviços de fullcommerce da Via Varejo;

IV – receberá sua encomenda em casa alguns dias depois;

V – sendo toda a operação logística comandada pela Via Varejo, e não pelo lojista;

VI – O cliente terá, ainda, a opção de retirar sua compra em uma das lojas físicas da Casas Bahia ou PontoFrio.

Segundo Madureira, isso reflete a relação ganha-ganha deste conceito de comércio. Ao mesmo tempo em que a Via Varejo oferece suas expertises aos vendedores, ela também passa a ter mais controle sobre alguns pontos que costumam impactar negativamente a imagem dos marketplaces, mais que dos lojistas, como por exemplo as reclamações com problemas de prazo de entrega.

Por enquanto, o fullcommerce da Via Varejo atende quatro grandes marcas:

a) Nike;

b) HP;

c) Fuji;

d) e Editora Abril.

Até setembro, a empresa acredita que a Philips também estará nesta lista. Fora estas, o grupo já está prospectando com visitas e reuniões 30 clientes e esperam que, até o final de 2018, ao menos 20 já estejam operando em fullcommerce com a Via Varejo.

A Via Varejo possui 970 lojas físicas e 30 mil vendedores. Nos marketplaces, são 3,1 mil lojistas hospedados e o grupo recebe, por venda, uma comissão que varia de 12% a 18%.

Mais tempo para “estudar”

Diante de tantas soluções operacionais, pode ficar a dúvida sobre o que, afinal, “sobra” para o lojista fazer, uma vez que suas preocupações podem diminuir consideravelmente.

Para Madureira, mora aí o grande pulo para os donos destes negócios: eles terão mais tempo para pensar no core de seu trabalho, atitude fundamental para o sucesso de um empreendimento. Conhecer seus clientes, selecionar um portfólio de produtos de qualidade considerando o nicho escolhido, estudar seus concorrentes e formas de se destacar num mercado competitivo podem fazer toda a diferença. “Isso aliado ao processo operacional robusto que estamos oferecendo pode fazer toda a diferença para o sucesso de um negócio”, aponta.

Fonte: Flávia Silveira, especial para Gazeta do Povo

 

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