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Cobrança: Justiça Nega Apreensão De Bem Não Pago

30/06/2017

Cobrança: Justiça Nega Apreensão de Bem Não Pago, em casos em que o financiado tenha quitado parcelas em proporções elevadas da dívida. Esse entendimento é do TJ-SP, que sugere uma execução menos gravosa para essas situações excepcionais – nas quais mais de 80% das dívidas foram quitadas; as decisões vão em sentido contrário ao posicionamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ): Os ministros definiram que, em caso de não pagamento integral das parcelas, caberia a apreensão do bem. Uma das decisões beneficia uma indústria que financiou três caminhões pelo Banco Volkswagen;
efetuou o pagamento quase integral de dois deles; no TJ-SP, obteve a suspensão de pedidos de apreensão nos dois contratos. A liminar foi deferida em outubro pela desembargadora Maria Lúcia Pizzotti: segundo a decisão, em um dos contratos firmados com o banco, já foi quitado 84% do valor total (50 das 60 parcelas) e no outro, 80% (48 de 60 parcelas).

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BNDES Anuncia Crédito Mais Barato

05/01/2017

BNDES Anuncia Crédito mais Barato destinado a pequenas empresas e projetos sociais. anunciou também o uso da TJLP com juros de 7,5% a.a. e concessões mais rápidas. Outra medida será o aceite de recebíveis (duplicatas) para quem não tiver garantias reais. Essas inovações serão designadas para micro, pequenas e médias empresas (MPEs); projetos que tragam benefícios para a sociedade como nas áreas de infraestrutura, saneamento, inovação e saúde.

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Justiça Nega Apreensão De Bem Alienado Não Pago

12/12/2016

Justiça Nega Apreensão de Bem Alienado Não Pago, em contrato que tenha sido pago quantidade substancial de parcelas e considerando que os bens financiados (2 caminhões), eram fundamentais para as atividades da empresa e que permitiriam gerar faturamento e lucros necessários a quitação das parcelas. Já um terceiro caminhão, que tinha poucas parcelas quitadas. Na decisão, a desembargadora afirmou que “não parece razoável tampouco proporcional que depois de pagas tais quantias os pactos sejam rescindidos e os veículos apreendidos pelo débito cujo valor poderia, inclusive, ter sido negociado administrativamente, evitando os custos com advogados, custas e de manutenção do próprio processo”.

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