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Temer Lança Ofensiva Contra Queda

26/05/2017

Temer Lança Ofensiva Contra Queda, anunciando pacotes de estímulo ao crescimento dentro de um Programa chamado Avançar. Esse programa prevê benesses a vários setores da economia, com o objetivo de alavancar o crescimento. O Programa liberará R$ 5,2 bilhões para a construção civil, dentre outras liberações. Representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) circularam por Brasília nesta semana e trocaram seu apoio a Michel Temer por projetos que serão incluídos no programa Avançar, o PAC de Temer. O governo editará uma Medida Provisória (MP) para “dar às empresas privadas os mesmos direitos das empresas públicas no acesso a recursos para investimento em saneamento básico”, por meio do programa Avançar; com a medida, o governo federal também vai agradar a prefeitos, governadores e parlamentares, que terão palanques e oportunidades de fotos com seu eleitorado. Para ter o apoio da Indústria: o governo sinaliza com medidas para esse setor: foi publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira (26) portaria que cria um grupo de trabalho com as principais entidades que representam a indústria, para elaborar e propor uma Estratégia Nacional para a Indústria: o grupo terá 120 dias para criar essa proposta.

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Inadimplência Não Justifica Spread Alto

28/03/2017

Inadimplência Não Justifica Spread Alto, segundo estudos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo; ela que já fez campanha contra a volta da CPMF e a alta dos tributos, agora passa a questionar que as altas taxas de juros sejam decorrentes só da inadimplência. Dados do Banco Central (BC), que apontam a inadimplência como a responsável pela maior parte da composição da taxa de spread. Pelos números mais recentes do BC: ela corresponde por 55,7% do spread; para a FIESP, a inadimplência não é capaz de justificar o diferencial entre o spread brasileiro e de outros países;
segundo a Fiesp, enquanto o aumento do spread do crédito livre no Brasil, entre 2011 e 2016, foi de 52%, a inadimplência subiu 30,2%. Questiona também o peso dado pelo BC a todos os demais itens que compõem o spread: margem de lucro dos bancos; custos administrativos; recolhimento de compulsório e impostos diretos.

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Governo Anuncia Liberação De Capital De Giro

18/01/2017

Governo Anuncia Liberação de Capital de Giro destinado as pequenas empresas: o valor total será de R$ 8,2 bilhões, e as liberação terão a participação através de uma parceria com: o Sebrae, o Banco do Brasil (BB) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); as empresas poderão usar o dinheiro para capital de giro e receberão consultoria do Sebrae para a melhoria da gestão financeira. O dinheiro terá as seguintes origens: Cerca de R$ 1,2 bilhão serão disponibilizados por meio da linha Proger Urbano Capital de Giro, os recursos são do Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT); R$ 7 bilhões virão da linha BNDES Capital de Giro Progeren, e o dinheiro será liberado pelo Banco do Brasil.

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BNDES Anuncia Crédito Mais Barato

05/01/2017

BNDES Anuncia Crédito mais Barato destinado a pequenas empresas e projetos sociais. anunciou também o uso da TJLP com juros de 7,5% a.a. e concessões mais rápidas. Outra medida será o aceite de recebíveis (duplicatas) para quem não tiver garantias reais. Essas inovações serão designadas para micro, pequenas e médias empresas (MPEs); projetos que tragam benefícios para a sociedade como nas áreas de infraestrutura, saneamento, inovação e saúde.

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BNDES Facilitará Crédito As Empresas

15/12/2016

BNDES Facilitará Crédito as Empresas: micro, pequenas e médias. As medidas vão desde redução da burocracia na concessão de crédito até mudança nas exigências de garantia para facilitar o acesso a capital de giro. Com isso, a expectativa é que o desembolso para este segmento cresça em 20% em 2017. Todas as linhas terão participação máxima de 80% em TJLP (Taxa de Juro de Longo Prazo, que está em 7,5% ao ano), que é o teto permitido pelo banco. Antes, esse percentual variava de 50% a 80%. Empréstimos em TJLP são aqueles em condições mais favoráveis, pois representam crédito subsidiado, já que a taxa básica de juros, a Selic, está em 13,75% ao ano.

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Justiça Nega Apreensão De Bem Alienado Não Pago

12/12/2016

Justiça Nega Apreensão de Bem Alienado Não Pago, em contrato que tenha sido pago quantidade substancial de parcelas e considerando que os bens financiados (2 caminhões), eram fundamentais para as atividades da empresa e que permitiriam gerar faturamento e lucros necessários a quitação das parcelas. Já um terceiro caminhão, que tinha poucas parcelas quitadas. Na decisão, a desembargadora afirmou que “não parece razoável tampouco proporcional que depois de pagas tais quantias os pactos sejam rescindidos e os veículos apreendidos pelo débito cujo valor poderia, inclusive, ter sido negociado administrativamente, evitando os custos com advogados, custas e de manutenção do próprio processo”.

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Caixa Prepara Fechamento De Agências

21/11/2016

Caixa Prepara Fechamento de Agências e abrir um novo programa de demissão voluntária para 11 mil funcionários; a maioria deles já poderiam estar aposentados mas continuam na ativa. Assim como o Banco do Brasil, a Caixa procura uma melhoria de eficiência para 2017. Estão previstas também o fechamento de agências deficitárias.

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TCU Investiga Calote Em Banco Público

01/11/2016

TCU Investiga Calote em Banco Público, praticado por estados que contraíram empréstimos junto aos agentes financeiros, com aval do Tesouro Nacional. E o porque que o Tesouro garantiu essas operações é: esses estados não possuíam rating compatível, ou, classificação de risco de crédito que autorizaria a contratação normal por terem condições de quitá-los. Só que essa garantia teria que ser em casos excepcionais e não rotineiros como acabou acontecendo. O total de garantias dada pelo Tesouro aos estados com rating C ou D(sem condições de pagarem), ultrapassou R$ 73 bilhões! E os principais agentes financeiros utilizados pelo governo, novamente foram o BNDES, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

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Concessões: Governo Quer Reativar Economia

14/09/2016

Concessões: governo quer reativar economia mediante política de concessões em diversas áreas: são 34 projetos e compõe o Plano Crescer, que pretende arrecadar R$ 30 bilhões e gerar muitos empregos e renda. As áreas onde haverão projetos de concessões são: rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, mineração, petróleo e gás e energia elétrica em pelo menos 19 estados. Para financiá-lo, o governo afirma que estarão disponíveis R$ 30 bilhões oriundos do FGTS e bancos Públicos que praticarão juros subsidiados.

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Bancos Oferecem Crédito Para Quem Quer Produzir Eletricidade

01/08/2016

Bancos Oferecem Crédito Para Quem Quer Produzir Eletricidade para consumo próprio e repasse do excedente a Operadora regional. o aumento de interessados por linhas de financiamento específicas para tecnologias limpas, fez com que vários Bancos criassem linhas específicas: Os custos das parcelas mensais variam de acordo com o valor do financiamento e do plano contratado e, para serem definidas, também dependem da análise do crédito do interessado. Confira as condições dos principais bancos nacionais: Banco Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BRDE, BNDES e Banco do Nordeste.

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